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segunda-feira, 31 de março de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
VIA EXPRESS I...
Pensando na vida mais uma vez, no obscuro...
Sem tema ou linha de raciocino, porque o modo de ser, pensar, ver, agir - está em função do amplo processos de: sensibilização, informação e capacitação forma e informal, a mudança de conceitos e valores, sentimentos e crenças, pautados na ética do cuidado.
Estamos andar como loucos, sem eira nem beira... Eu acho mesmo que estamos a ficar loucos, estamos cada vez mais desonestos, mais infiéis e com medos de perder o dinheiro do que o sentimento. Há pessoas a porem em primeiro lugar as coisas fúteis da vida, a absorverem as más culturas transbordadas das grandes cidades do mundo perverso, que vão indo destruindo as nossas tradições patentes nesta mãe África desde a fundação do universo.
Eu tenho medo, tenho medo, morro de medo de acordar amanhã sempre robós. Não quero muito mais, por favor deixam-me dormido e me acordam quando tudo estiver nos conformes. Se assim não for, eu continuarei a ser aquele kandengue sem escola, pão, luz e água.
Mas, já notei que estão nem aí para comigo! Não obstante, serei Fuzileiro Moral, Comando Cívico e Forças Especiais da Defesa dos nossos legítimos direitos. Mas, até lá muito sangue, suor e lagrimas vai ser derramado em favor do povo liberto desta macabra ambição dos gunvulos da mwangolé que, põem-nos secos e surdos.
E por meio de migalhas que caem dos seus grandes banquetes que, serve como presentes para os meros bajuladores que recebem isso com alforria, espezinhando os pobres irmão mesmo sem ordem, vão sempre partindo pela desordem do "Chefe disse, chefe mandou e sei lá que".
Vamos aonde assim, com mentes calejadas e atitudes marteladas. Aqui é só Deus nos acuda!
Mwangolé armado em vijú, é mbora mentira... Povo Burro!
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
ANGOLA... Tudo Xuxuado!
ANGOLA... Tudo Xuxuado!
É de inteiro conhecimento nosso que quando se fala de Angola tudo pode-se esperar, desde as:
- Candonga, gasosa, burla, business e comissões dentro do Governo
- Corrupção, abuso de autoridade, ditadura total "M".
Aquí no país do "Pai Banana" é mais que na casa da "Tia Joana, Maria ou Madó", até parece a febre que se vai propagando por aí algures e até no nosso perante, o tal do "Colã Xuxuado"... As escravas da moda, pobres de moral e civismo vão usando os tais "Colã Xuxuado" alargadé, sem dignidade e respeito.
Em Angola paraece mesmo, que está tudo xuxuado... Eu acho que estamos a ficar loucos!
Os madiés do "Gunvulo" voltaram mais com o biling, a procedência das mesmas condições do antigamente, do âmbito da Política Especial de Requalificação de Zonas Urbanas de Luanda, lançada pelo PR.
No dia 19 de Novembro de 2011, Sábado, a partir das 6h:00, começaram as operações de realojamentos das pessoas que viviam à beira do Rio Ceco ou vala de drenagem das proximidade do Bairro Margoso ou "Chabá", localizado em Luanda na Zona n.º5, propriamente no município da Maianga.
Desta feita, pretendem fazer o mesmo processo que, no ponto de vista social é bom para o povo, o trabalho que o EXECUTIVO está fazendo. Mas, o local onde vão ser realojados, não apresentam condições sociais básicas para viverem dignamente, tal como:
- Saneamento Básico
- Postos de Saúde
- Eescolas e nem redes de empregos para o povo.
E não só, as casa não têm os mesmo compartimentos da maioria das casas que serão destruído no bairro, são pequenas de mais para uma fámilia que a média do número dos membro intregante vai 6-15 pessoas. E eles não querem saber de nada, nem querem ouvir o povo das suas reclamações e condições exigidas.
Este país está mesmo "Tudo Xuxuado", que merda é esta... É melhor eu me calar para não ser inconveniente... Mas, porra não posso me calar não, isto é contra os direitos humanos e falta de humanismo e amor ao próximo. Os meus irmão e eu é que estamos a sofre na flor da pele esta situação drástica. Aquele é o meu bairro que me viu a nascer e crescer, tenho lá casa e famílias, aquele é nosso habitat... Nós merecemos um bocado de dignidade "Papoite Zé", não achas! Fala lá com os seu popilos para agilizarem as coisas.
Nós não queremos muito, podem ficar com o resto. Aliás, vocês já estão com tudo e querem nos tirar mais o que nos sobrou por mérito e direito como angolano ter uma casa própria.
Nós vamos aclamar, vamos lançar o nosso grito jubilar de socorrocom com toda as nossas garras.
Desde muito tempo, aquando criança que, eu vou ouvindo que "Angola é Grande... de Cabinda ao Cunene", com uma superfície de 1 246 700 km². Porra, chega para todos e sobra bué!!!
Desta vez já não vamos aceitar, ser o alvo desta nova modernização de zonas urbanas de Luanda e ficarmos numa merda.
Neste momento, o GPL está na segunda fase dos realojamentos que é retirar a maioria dos moradores restante no bairro para um zona do ZANGO, que não oferece condições socais adequadas e dignas.
Dada essa circunstâncias, nós os moradores do bairro não queremos ir a estas residências. Mas, sim que nos mandam onde eles quiserem desde que lá tenha mais condições habitacionais e sociais dignas, de direito e respeito como filhos desta nossas Angola, que é de todos nós e ela não tem dono como muito pensam...
Nós vamos sair as ruas e gritar por liberdade, transparências... O país está a produzir bem e vocês (Executivo), estão a transformar mal e a distribuírem atoa as riquezas do país... Porra não chega já terem da Ilha até ao talatona, Keros, Bancas, Medias, Condomínios e sei lá mais o que. Querem mais!
No entanto, Nós vamos fazer recolhas de assinaturas para rejeição das casas que estão a dar!
Sejamos unidos e fortes, para uma causa justa e nobre, lutemos pelo os nossos direitos e liberdades!
Não vamos deixar Angola ficar "Tudo Xuxuado"!
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Muitas das vezes quando se propaga um assunto social é normal, que este
assuntos gera vários comentários ou opiniões de todos quanto necessário.
Como se tem dito por aí afora "Toda opinião é válida" aquando se
luta pelo um interesse ou uma causa. Mas, nem todas
são aceitáveis, independentemente da opinião ser boa ou má. E no âmbito da rubrica da semana que se chama "Report Comment" ou um relatório de
comentários que se encontram nos sites, blog's e redes sociais, que eu
tenho visitado ao longo dos dias, na qual, farei questão de partilhar
convosco.
Vejam "Report Comment" desta Semana:
MAKA ANGOLA
Assunto: Urbanismo, Dólares, Gasóleo e Incompetência em Luanda
Em abono da verdade,a promessa eleitoral do MPLA que consiste em transformar ANGOLA num canteiro de obras e a construção de habitações para a população peca por defeito, por excesso, irrealista e populista já que:
1- Como e' que possível um pais carente e não produtor de matérias de construção básicas e fundamentais, assumir o compromisso de fazer obras em simultâneo a toda a extensão do pais?
2- Como e' possível que um pais com falta de operários de base como carpinteiros, pedreiros, eletricistas, canalizadores, operadores de maquinas, motoristas, técnicos básicos e médios competentes, quadros administrativos suficientes e capazes, mestres de obras etc.etc... E para não citar os quadros superiores, pode aventurar-se em conceber e executar obras a escala nacional e em simultâneo ;
3- Como compreender que um pais com empresas nacionais falidas,sem tecnologia e subvencionadas por um orçamento geral do estado "OGE" deficitário, atreve-se edificar habitações para as populações em geral a preço subvencionado e ou bonificado?
4- Como compreender que um pais com deficiência energéticas, abastecimento de água nas capitais províncias pode advogar levianamente o abastecimento de água e energia a todas as aldeias do pais a curto prazo?
5- Como entender que um pais que pratica salário mínimo de miséria se permite a subvencionar combustíveis, compra de habitações e pagamento de salários exorbitantes a trabalhadores expatriados e deixando a mão de obra nacional no desemprego e sem subsidio de desemprego e de velhice;
6- Como entender que empresas publicas do estado angolano encontram-se inoperantes por falta de obras, enquanto que o pais e' um canteiro de obras em execução por empresas estrangeiros e muitas delas disfarçadas em empresas nacionais e com a maioria dos seus trabalhadores de nacionalidade estrangeira e sem visto de trabalho e ou de residência " somente com visto turístico"
O acima exposto expressa bem o meu modesto ponto de vista, e para bom entendedor e cidadão , meia palavra basta... Havemos vamos
Vejam "Report Comment" desta Semana:
MAKA ANGOLA
Assunto: Urbanismo, Dólares, Gasóleo e Incompetência em Luanda
Data: Junho 15, 2013
Fonte: http://makaangola.org/2013/06/15/urbanismo-dolares-gasoleo-e-incompetencia-em-luanda/
Por: Horacio Kalunge ClassusFonte: http://makaangola.org/2013/06/15/urbanismo-dolares-gasoleo-e-incompetencia-em-luanda/
Em abono da verdade,a promessa eleitoral do MPLA que consiste em transformar ANGOLA num canteiro de obras e a construção de habitações para a população peca por defeito, por excesso, irrealista e populista já que:
1- Como e' que possível um pais carente e não produtor de matérias de construção básicas e fundamentais, assumir o compromisso de fazer obras em simultâneo a toda a extensão do pais?
2- Como e' possível que um pais com falta de operários de base como carpinteiros, pedreiros, eletricistas, canalizadores, operadores de maquinas, motoristas, técnicos básicos e médios competentes, quadros administrativos suficientes e capazes, mestres de obras etc.etc... E para não citar os quadros superiores, pode aventurar-se em conceber e executar obras a escala nacional e em simultâneo ;
3- Como compreender que um pais com empresas nacionais falidas,sem tecnologia e subvencionadas por um orçamento geral do estado "OGE" deficitário, atreve-se edificar habitações para as populações em geral a preço subvencionado e ou bonificado?
4- Como compreender que um pais com deficiência energéticas, abastecimento de água nas capitais províncias pode advogar levianamente o abastecimento de água e energia a todas as aldeias do pais a curto prazo?
5- Como entender que um pais que pratica salário mínimo de miséria se permite a subvencionar combustíveis, compra de habitações e pagamento de salários exorbitantes a trabalhadores expatriados e deixando a mão de obra nacional no desemprego e sem subsidio de desemprego e de velhice;
6- Como entender que empresas publicas do estado angolano encontram-se inoperantes por falta de obras, enquanto que o pais e' um canteiro de obras em execução por empresas estrangeiros e muitas delas disfarçadas em empresas nacionais e com a maioria dos seus trabalhadores de nacionalidade estrangeira e sem visto de trabalho e ou de residência " somente com visto turístico"
O acima exposto expressa bem o meu modesto ponto de vista, e para bom entendedor e cidadão , meia palavra basta... Havemos vamos
terça-feira, 28 de maio de 2013
Report Comment
Muitas das vezes quando se propaga um assunto social é normal que, este assuntos gera vários comentários ou opiniões de todos quanto necessário. Como se tem dito por aí à fora "Toda opinião é válida" mas, nem todas são aceitável independentemente da opinião ser boa ou má, aquando se luta pelo interesse próprio. E no âmbito da rubrica da semana que se chama "Report Comment" ou um relatório de comentários que se encontram nos sites, blog's e redes sociais, que eu tenho visitado ao longo dos dias, na qual, farei questão de partilhar convosco.
Vejam algumas das opiniões que faço questão de reportar esta semana:
MAKA ANGOLA
Assunto: MPLA condena aproveitamento político do 27 de Maio
27-05-2013 | Fonte: O PAÍS
Por: HOJE É DIA DE LUTO :Para todos os angolanos conscientes, hoje, Vinte e sete de Maio é dia de LUTO NACIONAL. Foi o dia em que há trinta e seis anos, o deixou o Quinto dos Infernos e aterrou na nossa terra querida. Todos os angolanos conhecem a História relacionada com esta data. Para os que a desconhecem e têm interesse em saber detalhadamente o que aconteceu, existem, à disposição dos leitores, muitos livros e principalmente descrições em vídeos no YouTube. Naquele dia, houve pessoas apanhadas no meio dos acontecimentos ou envolvidas por ele. Cada um viveu a sua experiência. Nesse dia, tinha estado a trabalhar até às três horas da madrugada, a concluir um Relatório sobre o Serviço onde trabalhava, que seria apresentado em Conselho Ministros. Às 6h 45m o Combóio Operário chegava à Estação do Bungo com menos passageiros que habitualmente. Os trabalhadores vindos no combóio informavam: "Lá em cima nos Muceques há uma grande maka! A confusão é muito grande! Grupos de soldados estão a incitar as pessoas para não ir trabalhar. Dizem que todos têm de seguir para o Palácio fazer uma Manifestação. Já ouvimos alguns tiros. Outras pessoas diziam que os soldados do Nito Alves tinham prendido vários Comandantes do MPLA. Hoje temos de ter muita atenção! Ninguém deve andar à toa! A situação está mal. Alguns trabalhadores disseram-me para voltar para casa." Não o devia fazer. Arrisquei e fui buscar o Relatório em que trabalhara até de madrugada. Deixei-o no local acordado para que o meu Director,o pudesse apresentar na reunião do Conselho de Ministros e voltei para casa. A Rádio Nacional dava a conhecer que Nito Alves liderava um movimento popular de protesto que se dirigia para o Palácio Presidencial, para apelar ao Presidente Neto que tomasse uma posição contra o suposto rumo de influência Maoísta que o MPLA estava a seguir e para que alterasse essa tendência com o retorno à linha Marxista-Leninista pura. A Rádio Nacional anunciava o evoluir da situação. A emissora fora já tomada pelos revoltosos e transmitia música revolucionária, com elementos do Grupo KUDIBANGUELA! As pessoas telefonavam umas para as outras, relatando os acontecimentos que ocorriam nos seus bairros. Sabia-se que aumentava o número de manifestantes em direcção ao Palácio; que o Comandante Iko Carreira tinha conseguido fugir aos que o foram prender, graças ao soldado cma que fazia a sua segurança, mas que outros importantes Comandantes já tinham sido presos e encontravam-se nas mãos de Nito Alves. Entretanto os telefones deixaram de funcionar. A única fonte de informação era a Rádio Nacional em poder dos Kudibanguelas. Algumas horas depois, subitamente, a emissora parou de transmitir, ouvimos algumas palavras incompreensíveis, com sotaque espanhol, alguns gritos e vozes de adolescentes: "ai ué! não me mata, só. Nos mandaram estar aqui!". Eram adolescentes e jovens que ocupavam esta Emissora a serem atacados com armas brancas por tropas cubanas, que tinham entrado sem farda. A Rádio Nacional acabou por ser tomada e funcionava já sob as ordens do Governo passando a relatar a versão oficial do desenrolar dos acontecimentos. Durante o dia e noite ouvia-se tiroteio nos Muceques. No dia seguinte foi anunciado que a Revolta tinha sido dominada. Dezenas de milhares de angolanos foram torturados, mandados para campos de concentração e fuzilados sem julgamento, neste período negro da história angolana. O golpe fracassou devido ao apoio das forças cubanas estacionadas em Angola. O mais terrível de toda esta tragédia, foi a decisão de Agostinho Neto, tomada a quente, ao saber que os seus DEZ mais importantes Comandantes tinham sido mortos pelos revoltosos, determinou o fuzilamento sem julgamento, de todos quantos se achavam ligados de alguma forma a Nito Alves ou ao Movimento dos Fraccionistas, como foi conhecido. Devido a esta ordem, muitos praticaram terriveis ajustes de contas. Milhares de inocentes foram torturados e fuzilados sem pertencer ao Movimento dos revoltosos. O tinha cumprido os seus desígnios. Angola mergulhou num luto total. Ainda hoje muitas famílias não sabem onde param os seus familiares desaparecidos. Que a misericórdia de Deus contemple todos quantos morreram inocentes nesta grande desgraça. QUE A PAZ EXISTA PARA SEMPRE NA NOSSA TERRA.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Um Português Consciente!
O
CHIP PORTUGUÊS
O desemprego é um flagelo que atinge de forma brutal a
sociedade portuguesa. É lamentável. Mas, a obstrução ao emprego em Angola,
nalgumas áreas em que é reconhecida a existência de pessoal local diferenciado,
por causa do desemprego em Portugal, não é menos lamentável e começa a ser um
drama, que deixando indiferente os portugueses, ameaça vir a potenciar um
perigoso foco de tensão social.
E não vale a pena tentar tapar o sol com a peneira
porque não estamos perante uma narrativa ficcional. Estamos perante uma
realidade amarga, que começa a afectar a vida muitos angolanos com reconhecidas
aptidões académicas e profissionais.
É evidente que, longe de quaisquer tentações chauvinistas,
ninguém de bom senso pode deixar de reconhecer como sendo bem vinda a mão de
obra portuguesa qualificada desde que, para ocupar funções para as quais não
haja, literalmente, angolanos à altura.
É evidente também que ninguém de bom senso tem dúvidas
de que, em alguns sectores da sua economia, Angola ainda não dispõe de quadros
em quantidade e qualidade suficientes para enfrentar os desafios do presente e
do futuro. Ninguém ignora isso.
Mas, esta realidade não pode servir de pretexto para,
intencionalmente, os angolanos qualificados serem votados ao desemprego e o
país colocado à mercê do monopólio de mão de obra estrangeira, seja ela
portuguesa ou outra qualquer. Com este monopólio, em vez de emigrantes, estamos
perante uma nova “invasão” de cooperantes portugueses que, “vindo à pé” como
diz o povo, em muitos casos, exercem funções que podem perfeitamente ser desempenhadas
por angolanos.
Estamos perante uma “invasão” propulsionada a pretexto
da lusofonia, como se de repente tivéssemos perdido a nossa identidade e
tivéssemos deixado de ser em primeiro lugar angolanos. A culpa é dos
portugueses ? Não! A culpa é das nossas elites, que estão com os reflexos
condicionados por terem incorporado um chip português na sua estrutura mental,
que as faz pensar que o centro do mundo é Portugal e a nossa capital Lisboa.
A culpa é ainda das nossas elites porque por detrás
das empresas portuguesas de pretenso direito angolano está, invariavelmente, sempre
uma figura de proa do sistema, que não controlando nem a sua gestão financeira,
nem a natureza dos seus recursos humanos, está apenas preocupado em engordar os
bolsos, sem se aperceber que por detrás dos seus bolsos há quem, vindo de fora,
engorda ainda muito mais...
Porque assim sucede?
Porque a maioria dos portugueses que aqui aporta está
apenas preocupada em tentar resolver os seus problemas através de Angola mas,
Angola não tem visto os seus problemas resolvidos através de muitos desses
portugueses, que se apresentam no mercado com arrogância e complexo de superioridade.
Os portugueses não estão aqui porque gostam de Angola e da sua (má) qualidade
de vida. Não tenhamos ilusões!
A maioria dos portugueses está aqui exclusivamente
para defender o seu emprego e prolongar o mais tempo possível a sua dourada permanência
em Angola. A culpa é dos portugueses? Não! Mais uma vez a culpa é das nossas
elites governamentais, que incorporando um estranho síndroma, não são capazes
de dar a quadros diferenciados de Angola, Cabo-Verde ou da Índia, por exemplo, as
mesmas oportunidades dadas aos portugueses...
Ainda recentemente, uma grande consultora
luso-angolana foi confrontada com a necessidade de recrutar engenheiros e a
solução que a parte portuguesa se preparava para encontrar, seria a
“importação” de engenheiros portugueses que estão em Portugal no desemprego...
Valeu então a intervenção da liderança angolana na
empresa que, em menos de uma semana, conseguiu mobilizar 38 engenheiros
angolanos que estavam fora do mercado de trabalho! Desses 38 engenheiros apenas
seis se licenciaram em Angola, tendo os demais sido formados e concluído os
mestrados nos Estados Unidos, na Rússia ou na África do Sul. O argumento a
seguir evocada pela parte portuguesa era o de que esses engenheiros não tinham
experiência...
Ora, aqui está um falso problema. Se, neste e noutros
domínios, os angolanos não têm experiência, então porque não dar-lhes oportunidade
para a adquirirem?
Onde está, por outro lado, a experiência de jovens
cooperantes lusitanos com pouco mais de 20 anos vindos de Portugal e que, em
muitos casos, saídos directamente das universidades, se apresentam no nosso
mercado de trabalho como consultores?
Porque razão entre um angolano e um português, ambos
formados na mesma universidade em Portugal e detendo, nalguns casos, o angolano
melhores performances académicas que o português, na maioria das empresas lusas,
este beneficia de um ordenado três a quatro vezes superior?
É evidente que amantes da cultura de insubmissão e
avessos à humilhação, muitos dos jovens angolanos nestas condições, acabam por
fazer valer as suas competências em empresas não portuguesas onde auferem
salários e condições de trabalho bem mais dignas. Alguém pode explicar em Lisboa a razão para tão gritante e
ofensiva descriminação?
Uma boa parte dos escritórios de advogados de
angolanos associados a portugueses começa a ser controlado por estes a partir
de Lisboa através de mecanismos subtis de subalternidade do papel dos advogados
angolanos.
No domínio do cirurgia cardíaca não seguimos o exemplo
da Costa do Marfim cujo representante no último congresso dos médicos realizado
no nosso país foi claro em relação à terapia ali utilizada. Dois anos de
permanência de médicos canadianos e franceses foi suficiente para os dispensar
e “costa-marfinizar” as cirurgias. Por aqui, não sucede o mesmo com a vinda de
médicos portugueses. A culpa é dos
portugueses? Mais uma vez, não! Mas, lá que é preocupante, lá isso é...
Ninguém em Angola tem duvidas do tique racista que
emana do comportamento dos franceses em África. São claros e não escondem! Com
os franceses, sabemos com quem estamos a lidar. Os portugueses, na sua relação
connosco, incorporam um insustentável paternalismo, como se pudéssemos voltar a
ser tratados como nos velhos tempos, como bons rapazes...
Quantas empresas portuguesas de direito angolano têm
na sua liderança em Angola quadros angolanos com poder de decisão? A excepção
do caso de Lopo do Nascimento, que é quem é, e que abriu as portas para a
injecção de capital angolano na COBA em Portugal, nenhuma empresa lusa acredita
nas capacidades e nas competências dos angolanos. O mesmo sucede com a
cooperação chinesa.
Quantas empresas portuguesas seriam capazes de nomear
um angolano como seu representante para África? Nenhuma! A brasileira
Odebrecht, que não tem em Portugal nenhuma construtora com a sua dimensão
estrutural e músculo financeiro, fê-lo sem pestanejar e nomeou um angolano para
o representar no nosso continente.
A diferença está aqui. A maioria dos portugueses ainda
não percebeu que a lusofonia é uma tentativa sub-reptecía do prolongamento da francofonia,
agregadora de laivos de neocolonialismo expressa no comportamento dalgumas das suas
empresas, consultoras e agências de comunicação em Angola.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Mulher, mulher, mulher e sempre "MULHER"
Mulher, mulher, mulher e sempre "MULHER"
Quando o mundo vê-se abandonado clama-se as mulheres por júbilo, por que os seu choros são abençoados.
Mulher! Mãe seria vulgar, filha seria prematuro. Tu és a nossa existência, perdoa-nos e peço clemência.
Kilumba, mulher zungueira num mar de sangue, entristecido pela perda e poucos ganhos mas, que conseguiste nos criar a todo custo. Não acredito que tu perdeste, por que só tu sabes a dor de um parto.
Lembro-me dos seu prantos choramingando, que nem gotas de orvalhos nas pontas das folhas amargas e venenosa de uma planta silvestre que nem formigas saboreiam, tu continuaste com os seu passos numa longa caminhada na luta pela sobrevivência.
Ao longo do tempo que foi seguindo a suas pegadas, também foi aprendendo e vendo o quanto sofreste, e nem sei se conseguirei seguir-te até ao final.
Mulher nunca desistes, estamos aqui do seu lado e não para pagar mas recompensar-lhe. Ninguém paga os seus feitos, mas também não serás esquecida.
Vindo das partes mais distantes, do Cunene, Lubango até Luanda de pés descalços, corpo adornado de vestimenta típica, com os seus óleos de mupequete que untam corpo numa terapia estética típica africana, na qual é queridas pelas ilusionistas mulheres de Luanda que compra-lhes para fins de beleza estética. E assim vão fazendo o seu negócios, mulher "Mumuila".
Mulher mumuila, beleza mítica e rara do sul de Angola. Nginga M'bandi és a rainha e guerreira que rendo-lhe veneração, do norte ao sul e de Cabinda ao Cunene todos te reveneram.
Não és só mulher pelas tranças típicas do bailundo ou da sua carapinha dura. E nem pelos recantos sorridentes da aberturas dental da mulher de Benguela, nem da suas curvas corpulento juvenil da mulher "mucubal". Mas, que és mulher és!
Mais do que ser, tu tornar-se-a tu e serás chamados de mulher verdadeira apesar da ciência deturpar o vosso papel. Mais do que ter vida, tu és sobrevivente desta inúmera declinação cirúrgica do esplendor do sofrimento africano doentio. Mais do que nascer tu cuidaste-me, mesmo sem pão ou água. Com o suor dos seu rosto caindo na terra lavrada de dia a noite que, colhia-se no tempo oportuno a ginguba e a mandioca que servia de alimento sólido e líquido para a família inteira. Quando doentia, do leite fresco e azedo da vaca magra na manhã do dia não faltava.
Mulher merece, mesmo nas mais sedentas caminhadas do deserto a única cota de água de um cantil foragido de soldado morto sem forças de ingerir a última cota. Assim, é oferecida esta mulher para dar continuidade desta grande geração.
Mulher mais do que mãe, Senhora e Dona de Casa, Educadora é um simples título, ela tem mais atributos. Ela é mestre de obras quanto aos primeiro cuidados que se deve dar os primeiros anos de vida de um bebé recém nascido.
Mulher, nós não te esqueceremos, viverás sempre nas nossas mentes, não por ser nossas esposas, companheiras ou mesmos irmãs.
Simbolizados como África, tu existe desde o Polo Sul á Norte e até a partes mais obscura do mundo.
Mulher, tu mereces!
Viva Março Mulher! Vivaaaaaaaaa!!!
O MPLA e as mentiras sobre o “4 de Fevereiro”
Por Makuta Nkondo
Os ditos “presos políticos” do MPLA eram Delinquentes.
O MPLA anda a fabricar factos e a usurpar as vitórias sobre a luta pela independência de Angola do colonialismo português.
Segundo
os seus ideólogos e historiadores, o partido marxista-leninista foi
fundado em Luanda a 10 de Dezembro de 1956, o que equivale a dizer que é
o mais antigo movimento de libertação de Angola.
A
data da fundação do MPLA eh uma pura invenção, pois nunca se dignou
apresentar ao povo a casa ou local onde este foi fundado nem os seus
fundadores.
Ora
fala-se de Ilídio Machado como quem fundou o MPLA, ora porque foi o
Mário Pinto de Andrade, etc. Eh uma confusão total em torno desta
fundação.
Lúcio
Lara, um dos rostos mais visíveis do MPLA movimento, no seu livro não
se refere ao 10 de Dezembro de 1956 como data em que esta formação
politica foi fundada.
Sempre
no quadro das suas mentiras, o MPLA usurpa o acto de “4 de Fevereiro de
1961” como sendo sua obra. Que mentira vergonhosa!
Em
1961, o MPLA nem quer existia. Astucioso, o MPLA usa a máxima segundo a
qual “Uma mentira repetida varias vezes, torna-se verdade”. O que não
consegue concretizar, como o povo começa a despertar-se.
O
saudoso presidente da FNLA, Álvaro Holden Roberto, citado por João
Paulo Nganga, no seu livro “O Pai do Nacionalismo Angolano”, na página
105, refere que “Em 4 de Fevereiro de 1961, dá-se o assalto às prisões:
cadeia de S. Paulo em Luanda, ataque à Casa de Reclusão e à esquadra da
policia móvel (os aracuaras) arquitectada pelo Cónego Manuel das Neves
“Makarius” e pelos operacionais Neves Bendinha, Herbert Inglês, Viegas
Paulo, Francisco Miguel Zau, Luís Inglês, Zacarias António Amaro, César
Correia “Mekuiza Mekuenda”, todos ligados ah UPA e outros nacionalistas
como Paiva Domingos da Silva, Imperial Santana, Virgílio Sotto Mayor,
Francisco Pedro, e muitos outros.
Nesta
gigantesca obra, o MPLA apenas cita os nomes de Paiva Domingos da
Silva, Imperial Santana, Mukongo, Engrácia, etc. omitindo os dos outros
citados por Holden Roberto, e mesmo de intrépido comandante Virgilio
Sotto Mayor, com o peso de consciência de que eles (do MPLA) que
assassinaram este filho indígena de Angola.
O
ex-Deputado Makuta Nkondo foi abordado na Assembleia Nacional por um/a
colega seu - membro do Bureau Politico do MPLA - quem lhe revelou que
ele/a saiu de Angola nos anos 60 com destino ao exílio no ex-Congo
Leopoldville com o apoio da UPA. Ele/a estava num grupo de outros
candidatos ao exílio.
Em
Luanda receberam guias de marcha e um guia (pessoa) da UPA (União das
Populações de Angola) de Holden Roberto que lhes conduzia através das
matas dos Dembos e do Distrito do Kongo, hoje Província do Zaire, ate
chegar ao Sector de Lufu, Zona de Songololo, na actual Republica
Democrática do Congo (RDC).
Sem
a guia de marcha e um guia da UPA ninguém podia atravessar a zona de
guerrilha que se estendia de Luanda a fronteira norte de Angola com o
Congo Leopoldville.
Na
altura, o ex-Congo Belga era o único país vizinho independente: a
Zâmbia era ainda Rodésia do Norte e a Namíbia o Sudoeste africano, ambos
colónias.
No
Congo viviam na aldeia chamada 70 (lê-se Septante) ou Ave Maria,
situada junto ao caminho de ferro de Matadi-Kinshasa, na área do Lufu,
Província do Kongo Central (Hoje Baixo Congo).
A aldeia chama(va)-se assim, por se situar a 70 Quilómetros da cidade portuária de Matadi.
O/a
mesmo/a acrescentou que em Septante, para sobreviverem, eles fazia
Mpeya (biscates) nas lavras dos refugiados angolanos na sua maioria de
etnia Kikongo para receber em recompensa alguns produtos agrícolas como
mandioca, ginguba, banana, etc.
Só anos depois, quando começaram a ouvir falar do MPLA, que eles juntaram-se a este movimento em Leopoldville.
O/a
mesmo/a reiterou que quem disse ter saído de Luanda ou Angola para o
exílio no ex-Congo e que não passou pela UPA, mente. “Todos éramos da
UPA e esta era o único movimento que existia na altura” – disse.
Agora
dizer que o “4 de Fevereiro de 1961” foi protagonizado pelos
nacionalistas membros clandestinos do MPLA é uma pura mentira. O MPLA
não existia naquela altura, nem ninguém sonhava que ele existiria.
Paiva Domingos da Silva, Imperial Santana, Virgílio Sotto Mayor e Mukongo citados como únicos protagonistas da referida revolta eram todos activistas da UPA da célula de Luanda.
Paiva Domingos da Silva encontrava-se na região de Carmona hoje Uige, como activista da UPA.
O Mukongo adoptou este nome em alusão aos bravos independentistas da UPA de etnia Kikongo.
Mukongo significa uma pessoa da etnia Kikongo cujo plural prefixado é Bakongo.
Em 1961, aconteceu igualmente
a revolta seguida de massacres dos trabalhadores da empresa Cotonang na
Baixa de Kasanzi (Cassanje), que o MPLA diz ter sido organizada e
implementada por seus homens.
Mas,
segundo Holden Roberto citado por Joao Paulo Nganga, “Rosário Neto foi
um dos grandes organizadores da revolta, estimulando a greve numa região
onde ele era natural e que conhecia bem”.
Rosário Neto foi vice-presidente da UPA/FNLA de 1960 a 1963. Outro dirigente da UPA que particou desta revolta foi Kamabaya.
Como sempre, a bibliografia sobre a data por parte do MPLA eh quase inexistente, para confrontar as versões.
Em 1961, não aconteceram apenas os referidos actos, “4 de Fevereiro” e “revolta da Baixa de Kasanzi”.
Registaram-se vários outros acontecimentos trágicos para os indígenas angolanos.
Na
sequencia dos tumultos resultantes da Independência do ex-Congo
Leopoldville, com os massacres dos antigos colonos belgas (este país foi
colonizado pela Bélgica) e principalmente com a aparição do Primeiro
ministro Patrice Emery Lumumba, em Angola, os portugueses começaram a
prender e matar os intelectuais e outros elites das comunidades bantu,
nomeadamente catequistas chamados em língua kikongo por Nlongi ou
Minlongi (Lê-se Nlongui ou Minlongui), enfermeiros, profissionais como
mestres alfaiates, carpinteiros, pedreiros, motoristas, etc.
Assim,
na sede do Conselho do Tomboco, Província do Zaire, um grupo de cerca
de dez elementos dirigidos pelo antigo regedor Faustino Moreira dos
Santos Nkabi, teve que fugir para o Congo Leopoldville perseguidos por
parte dos portugueses por ter dirigido um abaixo-assinado ao chefe de
posto colonial em que exigiam a independência de Angola.
Na
sequência da mesma perseguição, dois catequistas católicos provenientes
do Congo belga foram executados na aldeia do Yenga, na actual comuna de
Kinsimba, Província do Zaire, e as suas cabeças foram espetadas em paus
plantados nas extremidades da aldeia. Um dos referidos catequistas
chamava-se Bikakala.
Os
populares que foram enterrar as cabeças que podreciam no ar livre e
cujas carnes os cães comiam foram surpreendidos pelos portugueses que se
dissimularam numa manada de cabritos. Um dos populares chamado Isidoro
foi capturado, morto e queimado.
Estas cenas aconteceram em vários cantos de Angola, antes mesmo do inicio oficial da luta pela independência de Angola.
Antes
mesmo de eclodir esta luta, já tinha começado nas matas o treino de
jovens guerrilheiros da UPA chamados Jeunesse (palavra francesa que
significa Juventude em língua portuguesa).
Mesmo assim, o MPLA usurpa a paternidade do inicio da Luta armada pela conquista da independência de Angola.
Um
velho antigo preso de S. Nicolau, na Província de Mocamedes, hoje
Namibe, encontrado nas ruínas da antiga prisão, negou ter havido, no seu
tempo, presos políticos pertencentes ao MPLA naquela casa de reclusão.
Segundo o mesmo, os únicos presos políticos que estavam em S. Nicolau
eram membros da UPA e do MDIA (Movimento de Defesa dos Interesses de
Angola) de João Pedro Mbala.
Os
outros presos eram seguidores de Simão Gonçalves Toko ou membros da
Igreja Tokoista, e os provenientes de Luanda eram maioritariamente
delinquentes, assassinos e assaltantes.
O
velho acrescentou que mesmo na Baia-dos-Tigres, por onde se encontravam
preso, antes de ser transferido para S. Nicolau, não havia membros do
MPLA e nem sequer se sabia da existência desta formação politica.
Mesmo
os ditos membros do Processo 50, não eram activistas políticos, mas
eram acusados de terem cometidos crimes de delinquência, banditismo,
roubo e violação sexual.
Esta
versão foi confirmada por vários mais velhos na cidade do Namibe,
nomeadamente no Bairro Forte Santa Rita onde residem os antigos presos
da Baia-dos-Tigres e de S. Nicolau.
Ninguém
reconheceu ter tido na prisão um colega membro do MPLA. Muitos ate
disseram nunca ter ouvido falar do MPLA naquela altura. Este partido não
existia e ninguém falava disto. Só se falava da UPA, do MDIA e de Simão
Toko.
As
pessoas apresentadas hoje como nacionalistas presos por motivos
políticos a favor da independência de Angola, eram na verdade
delinquentes, gatunos e violadores de mulheres.
Três movimentos lutaram pela libertação de Angola, FNLA, MPLA e UNITA.
Mas
o MPLA usurpa a paternidade de todas as vitórias da libertação de
Angola, dando-se o luxo de organizar sozinho as festas aniversarias
alusivas às datas importantes da independência do país, e de se
auto-intitular o único libertador de Angola. Exclui os outros
movimentos, FNLA e UNITA.
Acontece
o mesmo no Desporto com as selecções nacionais de futebol, basquetebol e
andebol, que são confundidas com as células do MPLA cujas vitórias
pertencem a esta formação politica.
O
mundo ficou boquiaberto ao assistir “bebés” políticos espalhados pelo
MPLA em vários cantos de Angola onde inoculavam mentiras sobre o “4 de
Fevereiro”. Acontece o mesmo com a Revolta da Baixa de Kasanzi e o “11
de Novembro”.
“Bebés”
políticos, pois muitos destes ditos dirigentes do MPLA ou governantes
nem sequer tinham sido nascido quando começou a luta pela independência
de Angola.
A
maior tristeza foi provocada pela presença no ecrã da TPA (Televisão
Publica de Angola) de alguns ditos analistas políticos e intelectuais,
um dos quais considerados como eminentes historiador que integrou um
centro cultural continental, que ao abrir a boca apenas vociferou cobras
e lagartos sobre o “4 de Fevereiro” evitando colocar o dedo na ferida.
Em Angola, mesmo os intelectuais não defendem a dignidade e o diploma, mas sim o pão.
Um
outro “jornalista” e “nacionalista” do MPLA apareceram na TPA a falar
de “4 de Fevereiro” citando alguns participantes, mas infeliz e
propositadamente omitiu o nome de Virgílio Sotto Mayor, por motivo acima
descrito.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Páginas Rasgada da Vida
Album - Jornal de Angola - 27 de Maio de 1977
Exposição das páginas sangrentas rasgadas do Jornal de Angola ao longo de 27 de Maio.
Simplesmente, para apreciar e reflectir nestas obscuras páginas da vida que nunca deve-se repetir.
Para mais informação veja:
http://quitexe-historia.blogs.sapo.pt/2012/06/
Exposição das páginas sangrentas rasgadas do Jornal de Angola ao longo de 27 de Maio.
Simplesmente, para apreciar e reflectir nestas obscuras páginas da vida que nunca deve-se repetir.
Para mais informação veja:
http://quitexe-historia.blogs.sapo.pt/2012/06/
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Mana Lucrecia Paim está Grave!
Mana Lucrecia Paim está Grave!
Todo o paciente que entra num hospital, centro médico ou uma clínica hospitar passa por um "Prontuário Médico", que é a soma de todas as informações a respeito do paciente. Tem por objectivo organizar todos os procedimentos relativos a sua terapia medicamentosa e/ou também inocentar no caso de algum processo judiciário. O prontuário médico ilegível é um problema que pode acarretar prejuízos aos pacientes.
Neste casso qualquer ocorrência com o estado clínico do paciente deve ser informada aos familiares ou as pessoas que acompanham o paciente.
Ao contrário do que devia ter acontecido, ontem na Maternidade Lucrecia Paim. Uma parente minha grávida acabou de falecer ontem as 20h:00 segundo algumas informações recolhidas no interior da maternidade por outras pacientes que acompanharam o caso.
Tudo começou aquando, na semana passada ela esteve na mesma maternidade para uma consulta. Uma vez, que ela estava no estado de mãe e sentia algumas dores de bexiga. E lá foi atendido e receitado como um caso normal, que ela poderia ir em casa que estava tudo bem.
Ao longo da semana passou novamente mal na noite de Segunda-feria (18-02-2013) para Terça-feira ontem. Então, voltaram novamente para a mesma Maternidade (Lucrecia Paim) saber de concreto que se passa.
Novamente, ela entra na sala de urgência e foi atendido e de seguida foi interna. Daí em diante os médicos ou o GUE - Guichê de informação não dizia nada aos familiares que se faziam presente lá. Por voltas das 20 horas de terça feira os familiares ainda levaram o jantar a sua paciente que aí se encontrava e eles não davam nenhuma satisfação sobre o caso da sua paciente, e só diziam para os familiares acalmarem-se que estava tudo bem (Jajão).
Hoje de manhã os familiares descobrem que a sua "ente-querido" já se encontrava morta desde ontem e que já fora encaminhado para a casa mortuária Central do hospital Maria Pia.
Mas que tipo de Maternidade é essa, que apresenta hoje um edifício vistoso e essa imagem exterior não condiz com o atendimento ou o serviço prestado. Há relatos que casos do géneros tem sido constante e não se tem feito nada, apenas recebem o o "Certificado de Óbito" para resolução fúnebre.
Também é do conhecimento do povo e da media que não é de hoje esta situação na maternidade Lucrécia Paim. Sobretudo no período nocturno, as parturientes que ali vão ter o bebé sofrem horrores, se não aceitarem pagarem o montante que lhes é pedido pelas equipes em serviço. São montantes que vão acima dos 800 USD.
Se não pagam para serem bem atendidas e acompanhadas, são abandonadas à sua sorte, morrendo os bebés e muitas vezes também as mães. É um esquema bem montado que ultrapassa os princípios da deontologia profissional da saúde, e principalmente dos primeiros socorros e atendimento à parturiente e recém nascido.
E o que é mais grave é que não tem a quem se recorrer porque seria a palavra da parturiente e familiares contra a da equipe em serviço. A maternidade Lucrécia Paim em 1º lugar, seguida da augusto ngangula, são consideradas como destino de tortura e morte das mulheres que ali vão para exercer o grandioso papel de dar a vida. Só quem por lá passa ou quem acompanha alguma mulher parturiente sabe e sente a realidade do holocausto que é a maternidade Lucrécia Paim. Atraente e imponente por fora, mas cruel, fria e torturante por dentro!
Crueldade infelizmente praticada também por mulheres contra mulheres! Que paradoxo! Mais parecem carniceiras, parecem que nunca pariram e precisaram de cuidados!
Veja mais:
http://www.angola24horas.com/index.php?option=com_content&view=article&id=4572:lucrecia-paim-em-luanda-maternidade-assassina-&catid=18:sociedade&Itemid=26Neste casso qualquer ocorrência com o estado clínico do paciente deve ser informada aos familiares ou as pessoas que acompanham o paciente.
Ao contrário do que devia ter acontecido, ontem na Maternidade Lucrecia Paim. Uma parente minha grávida acabou de falecer ontem as 20h:00 segundo algumas informações recolhidas no interior da maternidade por outras pacientes que acompanharam o caso.
Tudo começou aquando, na semana passada ela esteve na mesma maternidade para uma consulta. Uma vez, que ela estava no estado de mãe e sentia algumas dores de bexiga. E lá foi atendido e receitado como um caso normal, que ela poderia ir em casa que estava tudo bem.
Ao longo da semana passou novamente mal na noite de Segunda-feria (18-02-2013) para Terça-feira ontem. Então, voltaram novamente para a mesma Maternidade (Lucrecia Paim) saber de concreto que se passa.
Novamente, ela entra na sala de urgência e foi atendido e de seguida foi interna. Daí em diante os médicos ou o GUE - Guichê de informação não dizia nada aos familiares que se faziam presente lá. Por voltas das 20 horas de terça feira os familiares ainda levaram o jantar a sua paciente que aí se encontrava e eles não davam nenhuma satisfação sobre o caso da sua paciente, e só diziam para os familiares acalmarem-se que estava tudo bem (Jajão).
Hoje de manhã os familiares descobrem que a sua "ente-querido" já se encontrava morta desde ontem e que já fora encaminhado para a casa mortuária Central do hospital Maria Pia.
Mas que tipo de Maternidade é essa, que apresenta hoje um edifício vistoso e essa imagem exterior não condiz com o atendimento ou o serviço prestado. Há relatos que casos do géneros tem sido constante e não se tem feito nada, apenas recebem o o "Certificado de Óbito" para resolução fúnebre.
Também é do conhecimento do povo e da media que não é de hoje esta situação na maternidade Lucrécia Paim. Sobretudo no período nocturno, as parturientes que ali vão ter o bebé sofrem horrores, se não aceitarem pagarem o montante que lhes é pedido pelas equipes em serviço. São montantes que vão acima dos 800 USD.
Se não pagam para serem bem atendidas e acompanhadas, são abandonadas à sua sorte, morrendo os bebés e muitas vezes também as mães. É um esquema bem montado que ultrapassa os princípios da deontologia profissional da saúde, e principalmente dos primeiros socorros e atendimento à parturiente e recém nascido.
E o que é mais grave é que não tem a quem se recorrer porque seria a palavra da parturiente e familiares contra a da equipe em serviço. A maternidade Lucrécia Paim em 1º lugar, seguida da augusto ngangula, são consideradas como destino de tortura e morte das mulheres que ali vão para exercer o grandioso papel de dar a vida. Só quem por lá passa ou quem acompanha alguma mulher parturiente sabe e sente a realidade do holocausto que é a maternidade Lucrécia Paim. Atraente e imponente por fora, mas cruel, fria e torturante por dentro!
Crueldade infelizmente praticada também por mulheres contra mulheres! Que paradoxo! Mais parecem carniceiras, parecem que nunca pariram e precisaram de cuidados!
Veja mais:
Angola24horas.com
http://www.opais.net/pt/dossier/?det=16634
http://www.radioemi.com/2.0/archives/2935
Apelo as autoridades competentes e ao governo em particular para zelar pelas pessoas em particular as mulher grávida que têm corrido pela estás instituições estatal.
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