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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Report Comment


Muitas das vezes quando se propaga um assunto social é normal que, este assuntos gera vários comentários ou opiniões de todos quanto necessário. Como se tem dito por aí afora "Toda opinião é válida" mas, nem todas são aceitável independentemente da opinião ser boa ou má, aquando se luta pelo interesses próprios. A partir de hoje passarei a fazer por semana uma rubrica que se chama "Report Comment" ou um relatório de comentários que se encontram nos sites, blog's e redes sociais, que eu tenho visitado ao longo dos dias, na qual, farei questão de  partilhar convosco.


Vejam algumas das opiniões que faço questão de reportar esta semana:

MAKA ANGOLA
Assunto: Nobel da Paz para JES pela… Independência da África do Sul!
Por: Alfredo Muvuma , janeiro 17, 2013

Comentário
Por: Prof.Kiluange de: New York City-Manhattan
20.01.2013 14:37

Quando numa sociedade os seus valores morais mais ínfimos são destituídos de todo e qualquer realismo e rigor – ninguém está salvo!É imperioso pensarmos em formas práticas de resolver os nossos próprios problemas, priorizando as medidas mais urgentes!?...Só Deus sabe quão comprometida está a segurança social da nossa dageração vindoura!!!...Se continuarmos com o jogo da roleta russa de luxo – acreditem se quiser! –, acabarmos por hipotecar o futuro com o irrealismo e a qualidade de ar que respiramos?! O homem que se crê ser o "pai da nação" já há muito provou que é incompetente, inconfiável ao cargo e erário público:José Eduardo dos Santos não está em condições física ou psicológica para entrentar os grandes desafios dessa República! Por além dos problemas da ética e consciência moral, Dos Santos confronta no seu quotidiano o enigma de ter de responder perante o Tribunal de Justiça as acusações que incidem sobre si.E é muito provável que o faça antes do término do seu mandato de cinco anos, dependo da conjuntura política e econômica internacional, e sobretudo da pressão da sociedade civil, em geral! Contudo, a filiação de Dos Santos à máfia internacional constitui o maior perigo para uma eventual transferência pacífica do poder político e económico ao verdadeiro proprietário dessa terra – O POVO ANGOLANO! “ As cláusulas contratuais gerais” da criação da China Sonangol International Holding Limited, préstamos contraídos ao governo chinês, a presença de mais de 256 mil chinos no nosso território nacional, aquisição de terras por estrangeiros, contas bancárias, bens e propriedades do Presidente da República e sua família nuclear, RNB (Rendimento Nacional Bruto),etc., devem ser de domínio público por conterem informações importantes ao cidadão nacional.
Por conseguinte, o ideal neste momento seria a demissão imediate e incondicional de Dos Santos,criação de uma comissão de transição,retirada dos chineses,reestruturação do sistema jurídico,dissolver o parlamento – tudo isso para evitar que mergulhemos numa chacina sem precentes na história deste país.
A escolha é nossa!!!

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ANGONOTÍCIAS
Assunto: Os assassinatos anunciados
21-01-2013 | Fonte: Jornal de Angola (Artur Queiroz

Comentário
Por: Tornado Muito Nervoso (Luanda):
O pior é que o assassinado apareceu kkkkkkkk

The star (Sera que a VOA tem credibilidade....): BENGUELA — Filomeno Vieira Lopes, secretário-geral do Bloco Democrático, disse à Voz da América, que segundo o Orçamento Geral do Estado para 2013, o petróleo angolano é do Presidente Jose Eduardo dos Santos. Num comunicado o Bloco Democrático, reputa como grave a aprovação, esta semana, do Projecto de Lei do Orçamento, e do conjunto de regras nele incluídas relativas à gestão do orçamento pelo executivo. Bloco Democático Deplora o facto desta mesma Lei assegurar que a gestão da Reserva Financeira Estratégica Petrolífera para Infra-estruturas de Base,ser da responsabilidade directa de Eduardo dos Santos, o que significa 0% das receitas petrolíferas e 52,3% da totalidade da Receita Fiscal, serem igualmente de sua gestão directa. Em declarações à VOA, Lopes referiu que o facto de todos fundos estratégicos estarem directamente dependentes de Eduardo dos Santos e os fundos especiais não se submeterem às regras financeiras gerais (SIGFI), irá facilitar o enriquecimento da família presidencial e a reprodução da pobreza da maioria da população em Angola. Paralelamente, numa tomada de posição conjunta, Omunga e a Associação Justiça Paz e Democracia (AJPD), consideram imperioso que o executivo disponibilize e divulgue o Sistema Integrado de Gestão Financeira (SIGFI) em sua posse há alguns anos e, torne disponível em especial aos deputados, Procurador Geral da Republica, Presidente do Tribunal de Contas e aos cidadãos em geral, todas as informações necessárias para o acesso ao SIGFI. As organizações subscritoras consideram que só a disponibilização da informação em tempo útil permitirá ao cidadão exercer o controlo social e a participar de modo cívico na gestão do erário público de forma seria e comprometida e responsável. Filomeno Vieira Lopes defende a descentralização da gestão do OGE, para a melhoria das condições de vida da população. O BD acentua que a concretização do OGE vai no sentido da reprodução da pobreza, da militarização do poder, da concentração contra a abertura autárquica e o combate às assimetrias regionais e, sobretudo, é um instrumento claro do favoritismo para certos sectores contra a solidariedade, que deve ser patente na política orçamental como instrumento privilegiado para equilíbrio social (equidade) visando o bem estar de toda a sociedade. O Bloco Democrático discorda profundamente que 1,6% do OGE vá para a Defesa Segurança e Ordem Interna e apenas 13,8% são destinados a Educação e Saúde. Propõe a inversão das prioridades no sentido do reforço para um nível correspondente a 40% das verbas em educação e saúde, contra as despesas em defesa e segurança que prenunciam o aumento da repressão no país e da capacidade de intervenção militar no exterior. O Bloco diz que “estranha” que a Lei não diga uma única palavra sobre o recente Fundo Soberano criado que é, por lei, suportado por fundos petrolíferos, colocando dúvidas sobre a transparência na sustentação de tal fundo.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Waldez Ludwig: Administração, Inovação, Liderança e Planejamento


Waldez Ludwig é palestras, professor, consultor em gestão empresarial e palestrante, formado em Psicologia  e Teatro, trabalhou como Analista de Sistemas durante vinte anos para  órgãos e empresas públicas e privadas.

Deixo aqui registrados algumas anotações e pontos de destaque, com link do vídeo para que vocês possam ver na íntegra:
  • Os empregados dizem que está difícil conseguir emprego e os empregadores dizem que está difícil de se encontrar pessoas talentosas.
  • Você tem que saber quanto você vale no mercado.
  • As pessoas não ganham pela sua importância, mas pela sua raridade. É a lei da oferta e procura que determina os salários.
  • Não viva no passado: Senhor de Engenho (Dono), Gerentes (Capatazes), Funcionários (Escravos).
  • O sonho do funcionário com cabeça de escravo é se aposentar, e ele qualquer probleminha é suficiente para dispensa de 3 dias.
  • A primeira pergunta em uma entrevista deveria ser: Qual o teu sonho?
  • A empresa deve colaborar de algo forma para a realização das pessoas.
  • Conheça as tuas forcas e fraquezas e se fortaleça sempre.
  • Não existe mais emprego de mão de obra. Não se contrata mais apenas por uma mão, se contrata pelo talento. Você quer contratar o talento das pessoas, os sonhos das pessoas.
  • As grandes empresas não buscam apenas gerentes, mas buscam verdadeiros líderes.
  • Contrate empreendedores como funcionários. Estes tocam a sua empresa como se fosse deles. É o tipo de pessoa que nunca responde “isso não é comigo”. Ele é um micro-empresário dele mesmo. Busca oportunidades. Corre Riscos, mas sem Correr Altos Perigos através de Planejamento. Ama trabalhar. Ama o que faz.
  • A tua carreira é só tua. Não delegue para o teu chefe, nem para a tua empresa.
  • A escola não forma empreendedor.
  • Quando se põe a qualidade antes da estratégia, acaba fazendo-se “a melhoria do cocô”.
  • Antigamente o patrimônio era visto como extremamente importante para as empresas, mas o que de fato importa para as empresas são as pessoas.
  • No futebol, você não põe gente no time só porque “é de confiança”, mas que não tem competência, então porque você contrata pessoas assim para sua empresa?
  • Quando o mar está calmo qualquer barco navega bem. Quando o mar se agita, já não é para qualquer um.
  • Em um primeiro momento, a sociedade buscava resolver suas necessidades básicas, posteriormente buscou-se serviços que vão além da necessidade e proporcionam conforto, depois se consome o prazer e a atratividade, posteriormente a cidadania (o verde) e conceito (as grandes idéias, as empresas bacanas, o fim das grifes).
  • Não melhore o circo. Crie o seu Circo.
  • A Liderança Feminina: A sociedade matriarca. A mulher consegue ver o todo e o detalhe.
  • Liderar é transformar ideias em ações liberando a energia de todos para a realização de um sonho coletivo.
  • Se você não sabe aonde vai ninguém te seguirá.
  • Contrate pessoas talentosas, contrate pessoas melhores do que você.
  • O que você faz melhor que todo mundo?
  • Talento é o que você faz que os outros acham que você faz melhor que os outros.
  • A questão não é fazer o que gosta, mas gostar daquilo que faz.

LINK:
http://www.youtube.com/watch?v=2u6zyEOei6g

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O Perigo em Procurar Defeitos nas Pessoas

 Por MARCO FRAZÄO
Autor do Coluna, "RH - Carreira e Negócios " no Zwela Angola


No mundo em que vivemos a competição é uma constante, a grande maioria das pessoas vivem em uma eterna competição, seja no trabalho, seja na escola e principalmente no lar.

Quanto mais próximos somos de alguém, maior a nossa percepção sobre o modo de ser desta pessoa e sem nos darmos conta, estamos criticando ás suas imperfeições.

Um simples comentário pode se transformar em uma fornalha de criticas e acusações.

A procura de defeitos nos outros distorce nossa percepção de várias maneiras. Em primeiro lugar, temos a impressão errada de que somos superiores às outras pessoas. Quando nos preocupamos com as imperfeições alheia, deixamos de dar atenção a nossos próprios defeitos. Desenvolvemos uma espécie de hipermetropia social, focalizando nossa visão e modo de vida nas falhas alheias.

Quando procuramos defeitos nas pessoas, arriscamos-nos a confundir a aparência com a essência. Sendo incapazes de discernir os pensamentos e intenções das pessoas que nos cercam, baseando nosso julgamento apenas no que vemos e supomos erroneamente.

Spencer W.Kimball, falecido Presidente e profeta de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ( www.lds.com.pt ) declarou que julgamos erroneamente sempre que procuramos interpretar ou compreender os motivos que " levam as pessoas " a agir desta ou daquela maneira, através de nossos próprios valores, conceitos ou modo de ver as coisas. [ O Milagre do Perdão ( 1974), pag. 257 ].

Talvez nos consideremos melhores do que as pessoas cujas falhas são óbvias simplesmente porque muitas de nossas faltas sejam de natureza íntima e oculta. Se projetarmos nossas falhas nas outras pessoas, então é provável que nossa atitude para com elas seja um termômetro de nossas próprias fraquezas.

Outro perigo em dar demasiada atenção aos defeitos alheios é que isso impede o nosso progresso pessoal e espiritual. Deixamos de ver nossos próprios defeitos e assim perdemos um tempo valioso em busca de corrigir nossas falhas. Cresce em nós o orgulho e a presunção. Na clássica fabula de ESOPO ( A Lebre e a Tartaruga ), temos um exemplo clássico deste orgulho e presunção. Uma lebre e uma tartaruga resolveram apostar uma corrida. A Lebre partiu em disparada, deixando a Tartaruga para trás. A Lebre ficou cansada e, segura da vitória, decidiu parar e descansar um pouco. Caiu no sono, enquanto a persistente Tartaruga passou silenciosamente por ela e continuou em frente, até ganhar a corrida. O problema da Lebre não foi sua falta de capacidade para terminar a corrida. Ao contrário. Seu problema foi achar que a corrida já estava vencida e haver se julgado superior a Tartaruga.

Se, da mesma forma que a Lebre, acharmos que já vencemos a corrida, passaremos a salientar nossa superioridade em relação às outras pessoas em vez de procurar vencer nossas próprias fraquezas.

Não devemos nos esquecer que somos humanos, passamos por dificuldades, fraquezas e fracassos na vida, mas que tudo isso pode ter por objetivo nos tornarmos mais dotados de compaixão pelas pessoas e desenvolver amor a Deus.

Keep Walking....´.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Cessem os seus negócios com o Banco Angolano de Investimentos

LINK:
http://www.change.org/petitions/cessem-os-seus-neg%C3%B3cios-com-o-banco-angolano-de-investimentos


O Banco Angolano de Investimentos (BAI) é um banco privado angolano, que funciona como esquema de branqueamento de capitais para os dirigentes do regime.

O Banco Europeu de Investimento, o Fundo de Investimento Norueguês para os Países em Desenvolvimento (Norfund) e do Fundo de Industrialização Dinamarquês para os Países em Desenvolvimento (IFU) são parceiros do BAI, concedendo a sua credibilidade internacional a uma instituição que serve principalmente para o branqueamento de capitais resultantes da pilhagem das riquezas de Angola e para o enriquecimento ilícito da elite dominante.

No conjunto, os dirigentes e os seus antigos colegas detêm um total de 47,75 por cento das acções do BAI. Por sua vez, 42,25 por cento está distribuído entre empresas privadas angolanas ligadas a figuras do poder, gestores nacionais e estrangeiros do banco, bem como empresas estrangeiras. Os restantes 10 por cento são detidos pela Sociedade Nacional de Petróleos de Angola, Sonangol (8,5%) e pela Empresa Nacional de Diamantes de Angola, Endiama (1,5%).

No entanto, o BAI tem vindo a beneficiar da cumplicidade dos países da União Europeia e dos países nórdicos, que até ao momento se têm abstido de abordar, de forma crítica e pública, a situação da corrupção, do deficit democrático e da violação dos direitos humanos em Angola.

Apelem ao Banco Europeu de Investimento, ao Fundo de Investimento Norueguês para os Países em Desenvolvimento (Norfund) e ao Fundo de Industrialização Dinamarquês para os Países em Desenvolvimento (IFU) para cessar a parceria com o BAI.



LINK:Cessem os seus negócios com o Banco Angolano de Investimentos

segunda-feira, 23 de julho de 2012

É POR ISSO QUE A FILHA DE 36 ANOS DE IDADE QUASE QUE É DONA DE PORTUGAL !!!!




Por ou enviado: João Nobre


Bloqueados 100 milhões de USA dólares ao Presidente Angolano
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A bomba esta ai. O que fazer?
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Reflita e repasse
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Momento de reflexão,..o poder do dinheiro também cai,.. "Suíça ameaça cleptocracia mundial" Bloqueados 100 milhões de dólares do Presidente Angolano
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"Há dez anos que os tribunais suíços iniciaram um longo processo para bloquear os fundos depositados nos seus bancos por ditadores e políticos corruptos de todo o mundo, cujas fortunas, por vezes colossais, foram obtidas através da espoliação de bens públicos pertencentes aos povos que governam, usando para tal os mais diversos expedientes de branqueamento de capitais.
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O processo começou em 1986 com a devolução às Filipinas de 683 milhões de dólares roubados por Ferdinando Marcos, bem como a retenção dos restantes 356 milhões que constavam das suas contas bancárias naquele país. 
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Prosseguiu depois com o bloqueamento das contas de Mobutu e Benazir Bhutto. Mais tarde, em 1995, viria a devolução de 1236 milhõesde euros aos herdeiros das vítimas judias do nazismo.
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Com a melhoria dos instrumentos legais de luta contra o branqueamento
de capitais, conseguida em 2003 (também em nome da luta contra o terrorismo), os processos têm vindo a acelerar-se, com resultados evidentes: 700 milhões de dólares roubados pelo ex-ditador Sani Abacha
são entregues à Nigéria em 2005; dos 107 milhões de dólares depositados em contas suíças pelo chefe da polícia secreta de Fujimori, Vladimiro Montesinos, 77 milhões já regressaram ao Peru e 30 milhões estão bloqueados; os 7,7 milhões de dólares que Mobutu depositara em bancos suíços estão a caminho do Zaire; mais recentemente, foram bloqueadas as contas do presidente angolano José Eduardo dos Santos, no montante de 100 milhões de dólares.
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É caso para dizer que os cleptocratas deste mundo vão começar a ter que pensar duas vezes antes de espoliarem os respectivos povos. 
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É certo que há mais paraísos fiscais no planeta, mas também é provável que o exemplo suíço contagie pelo menos a totalidade dos off-shores sediados em território da União Europeia, diminuindo assim drasticamente o espaço de manobra destas pandilhas de malfeitores governamentais.
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No caso que suscitou este texto, o bloqueamento de 100 milhões de dólares depositados em contas de José Eduardo dos Santos, presidente de Angola há 27 anos, pergunta-se: que fez ele para se tornar o 10º homem mais rico do planeta (segundo a revista Forbes)? Trabalhou em quê para reunir uma fortuna calculada em 19,6 mil milhões de dólares?
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Usou-se o poder para espoliar as riquezas do povo que governa, deixando-o a viver com menos de dois dólares diários, que devem fazer os países democráticos perante tamanho crime de lesa humanidade? Olhar para o outro lado, em nome do apetite energético?
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Que autoridade terá, se o fizerem, para condenar as demais ditaduras e
estados falhados?
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Olhar para o outro lado, neste caso, não significa colaborar objectivamente com a sobre-exploração indigna do povo angolano e a manutenção de um status quo anti-democrático e corrupto que apenas serve para submeter a esmagadora maioria dos angolanos a uma espécie de domínio tribal não declarado?
 
Na Wikipedia lê-se: "Os habitantes de Angola são, em sua maioria, negros (90%), que vivem ao lado de 10% de brancos e mestiços. A maior parte da população negra é de origem banta, destacando-se os quimbundos, os bakongos e os chokwe-lundas, porém o grupo mais importante é o dos ovimbundos. No Sudoeste existem diversas tribos de box imanes e hotentotes. 
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A densidade demográfica é baixa (8 habitantes por Km quadrado) e o índice de urbanização não vai além de 12%.
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Os principais centros urbanos, além da capital, são Huambo (antiga Nova Lisboa), Lobito, Benguela, e Lubango (antiga Sá da Bandeira). 
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Angola possui a maior taxa de fecundidade (número de filhos por mulher) e de mortalidade infantil do mundo.
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Apesar da riqueza do país, a sua população vive em condições de extrema pobreza, com menos de 2 dólares americanos por dia.
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" O recente entusiasmo que acometeu as autoridades governamentais e os poderes fácticos portugueses relativamente ao "milagre angolano" (crescimento na ordem dos 21% ao ano) merece assim maior reflexão e, sobretudo, alguma ética de pensamento.
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Os fundos comunitários europeus aproximam-se do fim.
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Os portugueses, entretanto, não foram capazes de preparar o país para o futuro difícil que se aproxima. São muito pouco competitivos no contexto europeu. 
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As suas elites políticas, empresariais e científicas são demasiadamente fracas e dependentes do estado clientelar que as alimenta e cuja irracionalidade por sua vez perpetuam irresponsavelmente, para delas se poder esperar qualquer reviravolta estratégica.
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Quem sabe fazer alguma coisa e não pertence ao bloco endogâmico do poder vai saindo do país para o resto de uma Europa que se alarga, suprindo necessidades crescentes de profissionais nos países mais desenvolvidos (que por sua vez começam a limitar drasticamente as imigrações ideologicamente problemáticas): Espanha, Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Noruega....
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No país chamado Portugal vão assim ficando os velhos, os incompetentes
e preguiçosos, os indecisos, os mais fracos, os ricos, os funcionários e uma massa amorfa de infelizes agarrados ao futebol e às telenovelas, que mal imaginam a má sorte que os espera à medida que o petróleo for subindo dos 60 para 100 dólares por barril, e destes para os 150, 200 e por aí a fora...
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A recente subida em flecha do petróleo e do gás natural (mas também do ouro, dos diamantes e do ferro) trouxe muitíssimo dinheiro à antiga colónia portuguesa.
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Seria interessante saber que efeitos esta subida teve na conta bancária do Sr. José Eduardo dos Santos.
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E que efeitos teve, por outro lado, nas estratégias de desenvolvimento do país. O aumento da actividade de construção já se sente no deprimido sector de obras e engenharia português. 
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As empresas, os engenheiros e os arquitectos voam como aves sedentas de Lisboa para Luanda. É natural que o Governo português, desesperado com a dívida... e com a sombra cada vez mais pesada dos espanhóis pairando sobre os seus sectores económicos estratégicos, se agarre a qualquer aparente tábua de salvação.
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E os princípios?
E a legalidade?
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Se a saída do ditador angolano estiver para breve, ainda se poderá dizer que a estratégia portuguesa é, no fundo, uma estratégia para além de José Eduardo dos Santos. Mas se não for assim, e pelo contrário viermos a descobrir uma teia de relações perigosas ligando a fortuna ilegítima de José Eduardo dos Santos a interesses e instituições sediados em Lisboa (1), onde fica a coerência de Portugal?
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Micheline Calmy-Rey, Ministra suíça dos Negócios Estrangeiros, veio lembrar a todos os europeus que tanto é ladrão o que rouba como o que fica à espreita ou cobra comissões das operações criminosas."
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Por favor »»»»» Isto tem que ser passado a milhares de pessoas.
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Como pode um povo estar a passar fome para meia dúzia de porcos
viverem com fortunas escandalosas ???

quinta-feira, 12 de julho de 2012

ZAIRENSES!!!


"Zaicó langa langa ou Zarenses são também africanos como nós e temos muitas coisas em comum"

Falando em esses povos que há muito tempo nós os criticamos, falamos muito mal deles e desprezo, desdenhando eles hoje, que ontem eles já fizeram parte da nossas histórias em várias facetas da vida do povo angolano. Eles também são africanos como nós.

Portanto, não sendo muito abrangente por que , o tempo nos fartaria para todos depoimentos e esclarecimento. Mas uma coisa eu te digo! Naqueles tempos dos "zaicos langa langa ou zarenses" (pra quem era se lembra nos anos 80 a 90), eles que batinham no termo de músicas.

Nós tínhamos muitos ele a bater pra caramba, vinha o mais velho Francó com o seu esplendor, carisma, originalidade num cantar formidável ritmicamente. Era considerado um pai num Jazz africano, tinha várias relíquias, como: Marió, Café, Coco, Azda, Minut eleki lezi, Zando yatipo-tipo, La verte e sem esquecer da fusão que fizeram com o Projecto Franco, Sam Mangwana & Le TP OK Jazz, que tinha música  Toujours OK (For Ever).

Quem não se Lembra do Pepe Calé, Kanda Bongo Man, Soukous Loketo, Papa Wemba, Lutchiana Mobulo 100%, Kofi Olomide, Monique Seka, Matthey e dentre outros...

Para recordar click nos link abaixos:
http://www.youtube.com/watch?v=izStrtIHZJs&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=0xgbuspxWbI
http://www.youtube.com/watch?v=oQdh3DjxOS4
http://www.youtube.com/watch?v=mIBEl26er6Y
http://www.youtube.com/watch?v=AS5xsT3BBQY
http://www.youtube.com/watch?v=ooP4bw8KAL4

quarta-feira, 11 de julho de 2012

O QUE DEU PARA ESCREVER HOJE!: GENERAL KAMBUENGO!

O QUE DEU PARA ESCREVER HOJE!: GENERAL KAMBUENGO!: EDUARDO PAIM (O Rei da Kizomba, um dos grandes mentores da criação e evolução deste estilo musical) Meu grande ilustre e Kota Eduardo Pa...

GENERAL KAMBUENGO!


EDUARDO PAIM
(O Rei da Kizomba, um dos grandes mentores da criação e evolução deste estilo musical)

Meu grande ilustre e Kota Eduardo Paím Ferreira da Silva, tu és um músico que exerceu uma grande influência no circuito musical angolano na década de 80, surgindo no início da década de 90 em Portugal, como um dos mais influentes criadores do género musical conhecido como Kizomba.

Dikota ia mi, desde que bazaste tudo mudou, mas, algumas coisas ainda continuam na mesma. Por causa das makas que assolam a Nguinbi. O "Kota Mané" continua a chupar sempre wualende (capuca) dele mesmo sabendo que já é mais velho para essas coisa e não ouve os conselho. Como costuma a dizer sempre, "tu ouvidile kota" mas, ele nada. Gastam todo o kitade na disbunda. E  como ele há muitos por aí  afora, não são só os mais velho, mas também os kandengues da banda que, estão nas mesmas condições do tudo atoa, do antigamente!

Mano, agora a "Vida Sentida" está a dar no osso. Mas, "Sem Kigila" nós sempre ai, tanta gente nos musseques, - gentes sofridas, gentes sentidas com a amor a terra, crianças sentidas sem escola e comida, sem amor para viver, ai ndoló ku muxima!

"Curtir" em Lisboa agora já não está na moda, apesar de lá já há muito bateu, lembro-me te ter nos convidados - "mbora da qui dame a tua mão é noite é verão, tantas coisas boas em Lisboa para nos dar".

Agora a malta já tem o Lokal a bater, W - Club, Maiombe, Kasta Lounge e dentre outras.

Mas, meu kota estás curtes de agora já não é igual como antigamente, aquando era dia das disbunda. Aquilo era "Xinguila" ou o quê! Era xinguilar sem kijila com ou entre famílias.

Não era de muitos truque e cheias de não me toque, cheia de finuras com cara de estilo. Era kizomba que puíam a malta a xinguilar, sacudir o que é teu, avilo! Pegar na cintura que mexe com doçura! Era os kota tirarem os casacos e pegarem nas garotas mais brasas da áreas.

Não tinha-mos toque do kambua, fugareiro, do milindro e por ai fora. As bodas eram nos quintais. Mas, nós xinguilavamos sem parar na poeira, com as nossas kilumbas, nossa kizombada, rebita, cabitula, sembadas e grandes passadas do Gato Vaiola a bailar todo o salão. E quando o mano Simone Massini pegava na viola, nós lhe confiávamos, o rapaz ió dilaje, estragava mazé, aquilo era solar ou quê! Brincadeira tinha hora, organizava-se a roda e quem não dançava mãe dele era binca, pai dele era feiticeiro e dama que dava tapa na cara, fazia xixi na cama, não se leva à mal, era tudo brincadeira, é entre família.

Agora há a muitas killumbas boas e gostosas como a Meuri, mas, agora são piores que à "Chikitita". Mas, não aquentam a "Rosa Baila" "A minha vizinha" agora é mais interesseira, tranbiqueira, chuladora, enganadora e amiga da gatuna. Ela é bonita é toda catita, beleza que toca, choca e provoca, traz água na boca. Garota gingona, alta latona bem torradinha, ai que m me dera que a vizinha boa gente e minha!

Mandaste em "Luanda, Minha Banda", o Kanjila poisar no Marçal, na Mutamba ou na Samba onde todos são seus kambas. Ambientes porreiros e aí no Beto Carneiro. Prometeste que voltavas.

E como o prometido é devido, cá vieste em “Novembro” (1991), “Do Kayaya” (1992), “Kambuengo” (1993), “Kanela” (1994). E pensei que já que acabaste. 

Mas, me disseste que,  “Ainda a Tempo” (1995), “Mujimbos” (1998). E bazaste na Tuga e pensei que já não voltavas mais! Chorei bwé de tanto esperar  e como quem não queria nada trouxeste uma ngala de "Maruvo na Taça” (2006). Mas, a malta jovem já não bebiam mambos da banda , da terra mwangolé ou que não tá bater. Tinham mergulhado no mar dos ventos e consumismos estrangeiros e só queriam já mambos dos finos, da moda e rijos, desde kalibres e armys, de lambadas, m, noite, lixas e putos, color e big, e por aí por diante.

Mas agora, voltaste "Etu Mu Dietu" (2012), está entre nós sempre com a sua kizomba, a nossa festa da kianda desde o musseques aos mabululos até parte mais distante deste deslumbrantes mundo da música angolana.

Muito Obrigado Kota Paím!

Estamos juntos!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Não importam a dança!


 (A África é rica no que se diz à cultura tradicional)

A dança é uma das três principais artes cênicas da Antiguidade, ao lado do teatro e da música. No antigo Egito já se realizava as chamadas danças astroteológicas em homenagem a Osíris. Na Grécia, a dança era frequentemente vinculada aos jogos, em especial aos olímpicos. A dança se caracteriza pelo uso do corpo seguindo movimentos previamente estabelecidos (coreografia) ou improvisados (dança livre). Na maior parte dos casos, a dança, com passos cadenciados é acompanhada ao som e compasso de música e envolve a expressão de sentimentos potenciais por ela.

A dança pode existir como manifestação artística ou como forma de divertimento ou cerimónia. Como arte, a dança se expressa através dos signos de movimento, com ou sem ligação musical, para um determinado público, que ao longo do tempo foi se desvinculando das particularidades do teatro.

Actualmente, a dança se manifesta nas ruas em eventos como "Dança em Trânsito", sob a forma de vídeo, no chamado "vídeo dança", e em qualquer outro ambiente em que for contextualizado o propósito artístico.

E quando se fala de dança muito recorrem aos tipos de danças famosas reconhecidas mundialmente e esquecem das nossas danças tradicionais africanas

A Dança folclórica, típica de África que se trata-se de uma forma tradicional de dança recreativa do nosso povo, são muito boa e bonita de invejar. Por causa da poluição cultural que sofre a cultura africana por meio de costumes e hábitos estrangeiros (Europa, Brasil e America), os jovens em particular em Angola vão aderindo o que não é nosso e desprezar o é tradicional e da terra. Isso até, é vergonhoso!!!

Veja o grupo Werra Son dar seu show com os seus estilos de dança tradicional... Click ao link abaixo:

WERRA SON - EM GRANDE!
http://www.youtube.com/watch?v=DSYAqhRypZ4&feature=related

quinta-feira, 28 de junho de 2012

RECOLHA DE ASSINATURAS




Há 4 anos atrás no âmbito da Política Especial de Requalificação de Zonas Urbanas de Luanda, lançada pelo PR o bairro Margoso ou "Chabá", localizado em Luanda  na zona n.º5, propriamente no município da Maianga.

Também, foi alvo desta nova modernização de zonas urbanas de Luanda. Então, foi registados numericamente todas as residência de maneira organizada, para que no acto da demolição da mesma seja bem feita as operações de realojamento, que seria feita no novo bairro no Panguila. No dia 19 de Novembro de 2011, Sábado, a partir das 6H00, começaram as operações de realojamentos das pessoas que viviam à beira do Rio Ceco ou vala de drenagem das proximidade do Bairro.

O local onde foram o realojados, não apresenta condições sociais básica para viver dignamente, tal como saneamento básico, Postos de Saúde, escolas e nem redes de empregos para o povo.

Neste momento, o GPL está na segunda fase dos realojamentos que é retirar a maioria dos moradores restante no bairro para esta mesma zona do Panguila que não oferece condições socais adequadas e dignas.

Dada essa circunstâncias, nós os moradores do bairro não queremos ir a estas residências, mas, sim no Zango onde oferece mais condições habitacionais e sociais.

No entanto estamos a fazer recolhas de assinaturas para rejeição das casas que estão a dar no Panguila!

Sejamos unidos e fortes, para uma causa justa e nobre, lutemos pelo os nossos direitos e liberdades!

Envia os seus dados de acordo aos dados indicados abaixo.


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RECOLHA DE ASSINATURAS


Nome:
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Filiação: ________________________________________________________________
Data de Nascimento: _____ de ____________________ de __________
Sexo: __________________       Altura: ________
Estado Civil: _____________________

Bilhete de Identidade N.º
_____________________       
Data de Emissão: _________________
Validade: ___________________
Passado pelo o arquivo de Identificação: _____________________

Residência: ______________________________________________________________
Naturalidade: ______________________________
Província: _________________________________


Assinatura do titular


___________________________________



Luanda, aos ______ de ______________ de __________